Posts de Outubro, 2008

‘Professor’ Maradona

30/10/2008

 

Embora já tenha sido cogitado que o ex-craque argentino Diego Maradona, como técnico da seleção argentina, teria uma atuação semelhante a da rainha da Inglaterra, eu acredito que ali ele não deve durar muito tempo.

Parafraseio o amigo Juca Kfouri, que disse: “A chance de Maradona dar certo (como técnico) é mais ou menos a mesma que ele teria se fosse nomeado presidente do Banco Central argentino.

Eu iria um pouco mais longe. Além do problema de comando, já que não possui a tal da “envergadura moral” para pedir disciplina a um jogador qualquer, ele também deve encontrar dificuldades ao dar ordens ao time na beira do gramado, já que há uma linha branca em frente ao banco de reservas. Isso se ele não decidir por se auto escalar para as partidas.

Prefeito baladeiro…

29/10/2008

 

Espie essa da Folha indicada pelo amigo André Rocha:

‘Baladeiro de Plantão’, prefeito eleito de Bauru diz que não vai apagar perfil do Orkut

 

MATHEUS PICHONELLI
da Agência Folha

O município de Bauru e seus 347.601 habitantes terão como prefeito, a partir de 1º de janeiro, um ambientalista de 30 anos que diz que plantou 100 mil árvores nos últimos 17 anos e que não pretende cortar os cabelos compridos nem apagar seu perfil no Orkut após assumir o cargo. Ele foi eleito anteontem com 97.288 votos.

Rodrigo Agostinho (PMDB), que se aliou ao PT e desbancou o candidato apoiado pela cúpula do PSDB paulista, chega à prefeitura após conciliar oito anos como vereador. Ele diz que sua referência política é a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (PT-AC).

Em seu perfil no site de relacionamentos, ele se descreve como “baladeiro de plantão”, amante de mergulho, rapel, rafting e trekking.

Agostinho é vegetariano desde 1992 –mesmo ano em que viajou até o Rio de Janeiro para a Eco 92 e resolveu fundar, aos 15 anos, uma ONG em Bauru.

Fundador do Instituto Vidágua, Agostinho foi quem idealizou e propôs à SOS Mata Atlântica, em 2000, o projeto Clickarvore, que permite a internautas doarem uma muda de árvore por dia e monitorar seu crescimento pela internet. Até hoje 17.564.742 árvores foram doadas. “É o maior projeto de reflorestamento do país”, diz.

Católico e solteiro, Agostinho mora com os pais e diz ser torcedor do Noroeste –clube da cidade que já teve como dirigente Caio Coube (PSDB), 51, seu adversário na campanha– e “para o Palmeiras às vezes”.

Durante a campanha, quando chegava aos bairros, era anunciado como “o nosso menino”. O rótulo foi usado pelos oponentes, que tentaram colar nele a imagem de inexperiente.

Agostinho diz ter feito a campanha com poucos recursos e equipe enxuta, sem a ajuda dos figurões de seu partido.

“Fizemos tudo na raça. Eu redigia os textos para o horário eleitoral, e o cinegrafista editava. Não temos marqueteiro.”

Bauru tem orçamento de R$ 328 milhões previsto para 2009. Só este ano, dívidas consumirão R$ 40 milhões, segundo a atual gestão. Investimentos são escassos: o município não tem Certidão de Regularidade Previdenciária e não pode receber transferências voluntárias de recursos pela União.

“Não tenho medo disso”, diz Agostinho, que pretende usar o apoio do PT para incluir Bauru no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Grafite corintiano

27/10/2008

 

O muro do Parque São Jorge já está “acostumado” a ser pichado. O local virou um tradicional cenário de protestos e reivindicações da torcida. Mas devido ao acesso do Corinthians à Série A, a diretoria do clube pintou o muro por outro motivo: comemorar a vaga na elite, confirmada no último sábado.

No lugar dos protestos, o que decora o muro atualmente é uma pintura do distintivo corintiano e de um entregador de jornal com vários dizeres “Não pára, não pára, não pára…”, em alusão a um dos gritos preferidos dos torcedores neste ano.

Após a derrota na final da Copa do Brasil, no primeiro semestre, a pichação era outra.

O time do Povo

26/10/2008

 

 

Donasci/Folha Imagem

Donasci/Folha Imagem

 

Por MANIHOT KADJ OMAN*

 

O Palmeiras tem São Marcos, pentacampeão mundial, um cara gente finíssima, que ganhou uma Libertadores incrível em 1999 e teve a hombridade pra ficar e jogar a Série B de 2003.

O São Paulo tem Rogério Ceni, um semi-deus, o maior goleiro artilheiro da história do futebol, futuro candidato à presidência do clube, motivador da célebre frase “Todos tem goleiro, só nós temos Rogério”.

O Corinthians tem Felipe.

Rebaixado três vezes (uma delas com o Timão), que falhou na final da Copa do Brasil num ano em que não se admitiam falhas, polêmico, questionado por muita gente.

Mas não se é o Time do Povo por qualquer coisa.

O único dos três que teve a coragem de quebrar a barreira do espetáculo, deixar de ser a estrela e virar mais um no meio da massa foi o arqueiro alvinegro.

Naquele momento, não haviam jogador, torcedor, policial, imprensa, classes socias, nada.

Eram todos povo.

Em uma festa incrível, uma festa que muitos dizem ser “por nada”, que quase todos concordam não ser mais do que obrigação.

Uma festa que só o povo pode fazer, só povo sabe fazer, só o time do povo consegue escrever sem necessitar estar com sete em campo e com um pênalti contra pra ser inacreditável.

E trezentos e vinte e cinco dias depois de passar 18h num ônibus junto ao mesmo povo sofrido e desconfiado do que estava por vir, de assistir uma parte tão grande da minha vida ser tirada do lugar sem muito pudor, algo tão forte que não conseguiu nem me fazer chorar, tamanho o choque, estava eu novamente em meio à massa, feliz como nunca por ser massa, às lágrimas.

Lembrando de cada momento desde que aquela senhora gaúcha que presenciava um quase-funeral à porta de sua casa saiu à janela balançando com um orgulho triste o estandarte do meu coração.

Hoje, como nunca, cada alvinegro é Felipe.

E Basílio.

E Romeu, e Viola, e Ronaldo, e Neto, e tantos outros (eu acrescentaria Casão e Sócrates).

Todos heróis de um time sem heróis, que sempre se destacou pelos feitos coletivos muito mais que pelos individuais.

Esteja em qual lado for do alambrado.

No Corinthians, isso não faz – nunca fez – diferença.

Porque, como diria um falecido – cedo demais – torcedor alvinegro*, a gente é compromisso, não é “viagem”.

Ôôôôôô…

O Coringão voltou…

O coringão voltou…

O Coringão voltou…

 

Fonte: Blog do Juca 

Técnico irreverente

22/10/2008

Basquete

Guerrinha dá show à parte com suas ‘caras e bocas’

Gabriel Pelosi

O torcedor que acompanha de perto as partidas do GRSA/Bauru Basketball Team costuma saber as principais características do time. Nome, posição e estilo de jogo de cada membro da equipe. Mas o que todos parecem não ter dúvidas é da seriedade do técnico Jorge Guerra, o Guerrinha. Os gritos e gestos do treinador chegam a chamar a atenção de qualquer um que esteja no ginásio.

No entanto, somente os jogadores que já trabalharam com ele e os amigos pessoais sabem que, embora Guerrinha seja um dos mais respeitados profissionais do País, que “respira” basquete 20h por dia (dorme, em média, quatro horas por noite), ele também é brincalhão e até recebeu o título de “fanfarrão” entre os amigos.

A criatividade do treinador permite que, a cada bronca destinada a seus jogadores, ele acrescente uma frase de efeito. Um show à parte para os que assistem às partidas próximos ao banco de reservas, mas que nem sempre soam bem nos ouvidos dos jogadores. O treinador afirma que frases do tipo “para ser técnico desse time o cara tem que ter saco de Papai Noel”, utiliza para provocar o jogador. “Nas horas que preciso chamar a atenção do jogador, uso a criatividade para provocá-lo e tentar fazer ele entender o que eu quero que ele faça no jogo. Quando digo coisas desse tipo, acho que facilita para o jogador memorizar e lembrar durante a partida. Eu sempre fui assim, desde a época de jogador”, justifica o treinador. 

Na partida contra o São José/Vinac, no último dia 9, em Bauru, durante um pedido de tempo Guerrinha arrancou gargalhadas dos torcedores mais próximos do banco de reservas: “O Mudo (ala do time adversário) está fazendo o que quer dentro de quadra e vocês estão deixando. Daqui a pouco o Mudo vai até começar a falar aqui. É capaz de conversar até com o Larry (Taylor) em inglês”, esbravejou.

Para o pivô Filé, que pelo terceiro ano seguido tem Guerrinha como técnico – jogou dois anos também no Rio Claro -, as broncas, na maioria das vezes, viram motivo de piada entre os jogadores. “Varia muito de jogador para jogador. Eu, por exemplo, já estou rindo antes mesmo de ele começar a falar, mas deve ter jogador que assusta no início. Geralmente quando ele dá uma bronca, o jogador vai lá e faz bem feito. Isso ajuda. Uma bronca dele, eu interpreto sempre como uma forma de me motivar. Se ele está cobrando é porque ele quer que eu melhore. O ruim é quando o treinador não fala com você, pois aí dá a impressão de que você não está sendo útil”, afirma o jogador.

Filé ainda lembrou de algumas frases que Guerrinha costuma dizer: “A nossa defesa está igual polícia, só chega atrasada”, satiriza. “Tem que diminuir o ritmo. Não dá para entrar na garagem a 110 km por hora”. “Você está batendo muito a bola. Está querendo achar petróleo?” Na última partida do GRSA, em casa, contra o Rio Claro, o treinador soltou a pérola: “Estudamos as jogadas, vocês assistiram aos vídeos do Rio Claro e parece que não sabem que o Vanderlei vai bater para dentro. Até o pipoqueiro e o Seo Zé do rodinho sabem disso.”

O próprio treinador lembra de frases que disse e que, de alguma forma, marcaram sua carreira. “Teve uma vez eu era técnico em Rio Claro e os caras faziam tudo errado no jogo. Aí eu disse: ‘Poxa, na hora de tomar banho vocês estão de roupa e na hora de sair estão pelados. Estão fazendo tudo ao contrário’. Esse é o meu jeito de ser. Sou muito brincalhão, as pessoas costumam me ver gritando na quadra e acham que eu sou sério, bravo. Mas sou muito descontraído, sempre brinquei desde minha época de jogador.”, frisou o treinador que além de “viver para o basquete” ainda aprecia a culinária. “Sou bem tranqüilo. Em casa, quando estou sem fazer nada ajudo, gosto de cozinhar, lavo a louça. Sempre dou uma força”, revelou Guerrinha, que diz ter como especialidade a paella e a costela assada.

 

Mais: http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_esportes.php?codigo=142038

 

 

Paulista de basquete

20/10/2008

GRSA/Bauru tem vitória heróica contra Ulbra/Rio Claro em casa

Gabriel Pelosi

Mais uma vez a chapa esquentou na Luso. A sétima partida em casa e mais uma vitória conquistada. Com a vitória sobre o Ulbra/Rio Claro por 66 a 65, o GRSA/Bauru mantém a invencibilidade dentro de seus domínios. E conquistou isso em uma partida para entrar para a história da jovem equipe bauruense. Com uma atuação regular durante todo o jogo, no último quarto, apoiado pela torcida, o time de Bauru assumiu a vantagem do placar nos últimos minutos, arrancou mais uma vitória e fechou com chave de ouro o turno do Campeonato Paulista de Basquete. Larry Taylor (Bauru) e Vanderlei (Rio Claro) foram os cestinhas da partida com 16 pontos cada.

Mais: http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_esportes.php?codigo=141979

Será que sai mesmo?

17/10/2008

 

Disco novo do Guns N’ Roses entra em pré-venda na web

 

Capa do "velho novo" disco

 

 

No que depender da rede de megastores de varejo Best Buy, o disco do Guns N’Roses Chinese democracy deve ser finalmente entregue ao público no dia 25 de novembro. O “velho novo” álbum, que vem sendo lançado e adiado por Axl Rose (atualmente o único membro original do grupo) desde 1994, já foi colocado em pré-venda pela loja, que tem o contrato de distribuição exclusiva do disco nos EUA e promete entregar o disco ao público nesta data. Anteriormente, o disco havia sido prometido para o dia 23 de novembro.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Don Corleone

16/10/2008

 

Dia desses decidi que deveria colocar em dia minha filmografia. Comecei pela trilogia de O Poderoso Chefão, que retrata a ascensão e a queda da ítalo-americana Família Corleone, poderosa facção da Máfia Siciliana que, segundo o romance de Mário Puzo, atuou nos Estados Unidos desde os anos 20 até o início de 80.

Sem a artimanha de golpes ou explosões mirabolantes, o diretor Francis Ford Coppola, conseguiu em três fitas uma verdadeira obra-prima do cinema em sequências que nada deixam a desejar para a primeira.

Somente a atuação de Marlon Brando já vale o ingresso (locação ou a compra do DVD, que seja). Também dá gosto de assistir ao nascimento de duas grandes estrelas do cinema (Al Pacino e Robert De Niro). Realmente vale a pena. 

Daime paciência

14/10/2008

 

//tosorto.zip.net/)

fonte: blog Tô Sorto (http://tosorto.zip.net/)

 

 

Que crise financeira, fim do orkut ou nave extraterrestre??? Nada mais importante do que a “paciencia” na fila do INSS.

Morte aos cupins

12/10/2008

 

Uma árvore de aproximadamente cinco metros caiu na madrugada da última quinta-feira em Bauru. Com cerca de 30 anos, a árvore estava no Bosque da Comunidade, área verde mantida pela prefeitura municipal e que recebe diariamente praticantes de atividades físicas e crianças em excursões escolares.

A grandiosa caiu depois de um vendaval da madrugada e de alguns anos de cupins corroendo sua base. Que morram os cupins.