Sempre me perguntei – e perguntei aos outros – por que quando uma competição esportiva que um dos adversários não compareciam era dada como W.O. Por que essas duas letras? Já cheguei a fazer algum jogo que um dos concorrentes não compareceu e a partida acabou como W.O. Pesquisando no Google, cheguei ao Wikipédia, que dá uma explicação para o W.O.
Ganhar por W.O. significa que uma competição esportiva foi ganha devido a ausência do oponente. O famoso W.O significa walk over. O verbo walk over significa “to win without difficulty against”, ou seja, ganhar sem dificuldades do oponente. O substantivo walkover (uma única palavra) significa “an easy victory”, que em português é “vitória fácil”. No futebol, o placar geralmente dado nestes casos é 3 x 0 para o time presente, contabilizando 3 pontos para o mesmo.
Posts de Dezembro, 2008
A origem do W.O
17/12/2008Deixou de ganhar
16/12/2008“Deixou de ganhar”, já dizia um jornalista veterano, com quem aprendi algumas coisas sobre jornalismo esportivo. Aquele que deixou de ganhar é o que perdeu, foi derrotado ou batido pelo adversário. Costumava sugerir esta manchete às mães de atletas que ligavam na redação pedindo que não utilizasse o termo derrotado porque soava muito negativo para o filho dela.
Agora, o “deixou de ganhar” soa muito bem para um treinador reclamão que vive atasanado alguns repórteres de jornais bauruenses.
Ruim de mira
15/12/2008E o jornalista iraquiano que arremessou o pisante no presidente norte-americano George W. Bush. Pena que ele errou, né. Podia bem ter acertado os dois sapatos… Mesmo assim o ato (de ofensa árabe) não deixou de ser sensacional.
Três coisas
09/12/2008Ronaldo Fenômeno morando em São Paulo significa que:
1 – A tão temida crise não deve atingir os travecos da Amaral Gurgel
2 – Dentinho não será o único dentuço do Parque São Jorge
3 – Nem Perdigão o único gorducho do Timão
Liga Nacional de Basquete
08/12/2008
Uma reunião na última sexta-feira na sede do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo, definiu a criação do novo campeonato brasileiro de basquete. A Liga Nacional de Basquete tem 16 clubes confirmados no torneio que se inicia no dia 23 de janeiro e terá o apoio da TV Globo. Tomara que dessa vez se firme como um campeonato sério.
Espie…
| Basquete: Encontro define a formação da Liga Nacional com 16 equipes |
| Gabriel Pelosi |
| Uma reunião, na última sexta-feira, entre os dirigentes das principais equipes do basquete brasileiro sacramentou o nascimento da Liga Nacional de Basquete (LNB). A nova (e independente) Liga reúne 16 clubes e tem apresentação oficial marcada para o dia 15, em cerimônia no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo.
Embora com independência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), clubes e Confederação entraram em acordo para a realização conjunta de um torneio nacional depois de três anos de conflitos. A recém-criada liga exige o pagamento de uma franquia no valor de R$ 40 mil para que cada equipe assegure sua participação no Campeonato Nacional de 2009. Até sexta-feira, cada um dos 16 clubes previamente garantidos na Liga deveria pagar metade do valor da franquia. As duas últimas equipes a confirmarem presença na competição foram Conti/Assis e Lupo/Araraquara. A imprensa chegou a noticiar que os dois paulistas não entrariam na competição por dificuldades financeiras, mas estão confirmados. Os 16 clubes que garantiram presença no Nacional de Basquete masculino são: Bauru, Araraquara (SP), Brasília (DF), Flamengo (RJ), Franca (SP), Joinville (SC), Lajeado (RS), Limeira (SP), Minas Tênis (MG), Paulistano (SP), Pinheiros (SP), Saldanha da Gama (ES), São José (SP), Assis (SP), Vila Velha (ES) e Ulbra, que pagou a franquia mas não definiu por onde deve disputar – uma hipótese possível é por Rio Claro. O campeonato, com duração estimada de seis meses, está programado para começar no dia 23 de janeiro e o último jogo do playoff final previsto para o dia 27 de junho. A CBB cuidará apenas de questões administrativas da competição. Outra novidade definida no encontro de sexta-feira foi a entrada da TV Globo como sócia do campeonato. Além da franquia, cada clube terá, inicialmente, de arcar com todas suas despesas. O técnico Guerrinha, representante do GRSA/Bauru na reunião, mostrou-se animado para o campeonato do próximo ano. “Precisamos ver como está o planejamento da diretoria e da parte administrativa da nossa equipe para 2009. No evento de apresentação da Liga, vamos levar os patrocinadores para ter contato com o que será a Liga Nacional. A Globo vai dar todo apoio e deverá transmitir alguns jogos pelo canal Sportv. Estamos animados”, confirmou. Além dos dirigentes e patrocinadores, cada equipe deve levar dois de seus jogadores para um festival de enterradas durante a cerimônia de apresentação da LNB.
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Fonte: Jornal da Cidade – Bauru
Econômico
04/12/2008Essa bobagem foi retirada de um blog que costumo visitar com certa frequência, mas vale dar uma espiada nessa sensacional conclusão.
“Um estudo recente conduzido pela Universidade Federal de São Paulo mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km ao ano.
Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que o brasileiro consome, em média, 86 litros de cerveja ao ano.
A conclusão é animadora: o brasileiro faz 16,7 km por litro.”
Guarde este nome: Alberto Murray Neto
03/12/2008Hoje tive a oportunidade de aterrissar no blog do advogado Alberto Murray Neto. Ele é membro da Assembléia-Geral do Comitê Olímpico Brasileiro e da Corte Arbitral do Esporte (CAS), em Lausanne, na Suíça. Conhece bem o trabalho do COB que prioriza, com dinheiro público, as frustrantes tentativas de medalhas olímpicas ao invés do esporte que educa, cria cidadãos e revela talentos em condições de trazer ao Brasil as glórias sonhadas no esporte.
Interessante o que escreveu o jornal Correio Braziliense sobre a audiência pública de ontem no Senado que tratou do assunto Jogos Olímpicos. Mais interessante é ver como pensa Alberto Murray – ele é neto de Silvio de Magalhães Padilha ex-presidente do COB, que dá nome a um estádio distrital de Bauru, o “Padilhão”, da Vila Giunta – o que também traduz o meu modo de ver o esporte.
Espie…
Membro do COB detona a candidatura do Rio às Olimpíadas de 2016 e defende CPI do Esporte
Luis Roberto Magalhães – Correio Braziliense
Ninguém entendeu bem quando o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, alegando ter outros compromissos, deixou a audiência pública da qual participou ontem no Senado, logo depois de defender seus interesses e quando as discussões estavam apenas no início. Pela terceira vez em duas semanas, o dirigente esteve no Congresso para explicar assuntos referentes ao desempenho brasileiro nos Jogos de Pequim e a aplicação das centenas de milhões de reais que o COB tem recebido desde 2001, com a Lei Agnelo-Piva. Nas duas audiências na Câmara, na semana passada, Nuzman permaneceu até o fim. Ontem, recebeu críticas por ter ido embora sem ouvir o que os outros convidados tinham a dizer.
A retirada inesperada de Nuzman na audiência da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal foi ainda mais sentida depois que o advogado Alberto Murray Neto tomou a palavra. Membro da Assembléia-Geral do COB e da Corte Arbitral do Esporte (CAS), em Lausanne, na Suíça, Murray — neto de Silvio de Magalhães Padilha, que presidiu a entidade por 27 anos e foi vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional — disparou uma verdadeira saraivada de críticas à entidade. E, em um dos momentos mais polêmicos, avaliou como desperdício de dinheiro público a candidatura do Brasil às Olimpíadas de 2016.
“O Rio de Janeiro não tem nenhuma chance de vencer esse pleito. Por que os R$ 80 milhões (a verba com a candidatura na verdade ultrapassará os R$ 100 milhões) não são gastos para investir no esporte? Só vamos fazer uma olimpíada no Brasil quando o país tiver uma mentalidade olímpica. Isso ainda não temos”, cravou o advogado. Ele declarou que, por conta do volume de dinheiro público que recebe, o COB perdeu sua autonomia. E hoje deve, mais do que nunca, prestar contas de tudo o que gasta. “O COB tem que parar de se classificar como uma entidade autônoma”, afirmou Murray. “Ele vive de recursos públicos.”
Outro ponto contestado pelo polêmico Murray, defensor da CPI do Esporte, que aos poucos ganha força na Câmara e no Senado, aconteceu quando ele criticou a reeleição de Nuzman para mais um mandato à frente do COB. O dirigente, que assumiu a entidade em 1995, garantiu-se no cargo em uma discreta eleição em outubro, com apenas uma chapa. Reeleito, ele estará no poder até 2012. Segundo o advogado, diversas confederações disseram que só apoiaram Nuzman porque temiam sofrer retaliações nos repasses de verbas. Entre as confederações que abertamente teriam declarado a ele a insatisfação estão as de boxe, futebol e badmington.
Outra ausência sentida foi a do ministro do Esporte, Orlando Silva, que mais uma vez preferiu não participar de uma audiência pública para debater o esporte nacional. Ele foi representado pelo secretário de Esporte de Alto Rendimento do ministério, Djan Madruga. Completaram a mesa o técnico da Seleção Brasileira de Vôlei, Bernardinho; a ex-jogadora de vôlei Ana Moser, presidente do Instituto Esporte e Educação; e o secretário de esporte de São Paulo, Claury Santos Alves da Silva, além do senador Cristovam Buarque, que presidiu a audiência.
Para Bernardinho — que preferiu não se envolver na polêmica nem mesmo quando Murray disse que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) não precisava mais de tantos repasses porque a modalidade já havia alcançando um nível de excelência altíssimo —, o problema, não só do esporte, mas do país, passa pela capacitação dos profissionais. “Temos que trabalhar na formação das pessoas. E para isso não há atalhos”, ensinou Bernardinho. O treinador falou por 15 minutos e foi aplaudido ao final do discurso.
Sem Nuzman para rebater as críticas, coube ao ex-jogador de vôlei Marcos Vinícius, superintendente executivo de esportes do COB, esclarecer os pontos levantados por Murray. Ele defendeu a candidatura do Rio 2016, disse que a cidade fluminense tem sim condições de bater as concorrentes Tóquio, Chicago e Madri, mas preferiu não responder as declarações do advogado. “Quem critica tendo feito pouco pelo esporte brasileiro é irrelevante para mim e para o COB”, encerrou Marcos Vinícius. A assessoria de imprensa do COB disse que a entidade não irá se pronunciar sobre as declarações de Alberto Murray.
Jogo ’solitário’
01/12/2008
Enquanto os reservas do Corinthians ajudavam a rebaixar o Marília (MAC) – pra quem não sabe o MAC é o maior rival do Noroeste – alguns titulares (já de férias) curtiam as baladas e um jogo solidário em Bauru no último final de semana.
Espie…
Jogo Solidário: Corintianos atraem grande público no Horácio Cunha
Os corintianos Dentinho, Lulinha e Cristian e o cantor Rodriguinho atraíram grande público em uma partida beneficente, realizada no estádio distrital Horácio Alves Cunha, entre os Amigos do Cristian e o Arsenal, equipe da segunda divisão da Liga Bauruense de Futebol Amador. O jogo arrecadou alimentos não-perecíveis para entidades assistenciais de Bauru.
Não foi só a arquibancada do distrital da Bela Vista que ficou lotada ontem à tarde, mas também a pista que circunda o gramado ficou repleta de torcedores e tietes. Na partida preliminar, se enfrentaram as equipes menores das escolinhas de futebol do Baroninho.
O jogo principal, marcado para as 16h, teve atraso de mais de uma hora para se iniciar. Por conta da quantidade de torcedores dentro do campo tentando tirar uma foto ou conseguir um autógrafo, a comissão organizadora, infelizmente, impediu – através do jogador corintiano Cristian – que o JC, que nada tinha a ver com a falta de organização do evento, se aproximasse das “estrelas” da partida.
Mais do que torcer pela vitória da equipe que Dentinho e Lulinha defendiam, os integrantes da Fiel Macabra, que faziam a festa na arquibancada, torciam para que nenhum deles se contundisse. Dentinho, por sua vez, deu show. Pedalou, tocou entre as pernas, e driblou com a facilidade que lhe é costumeira. O atacante corintiano ainda marcou o primeiro gol da vitória dos Amigos do Cristian, que venceu por 4 a 2. O ex-jogador Baroninho, os laterais do Noroeste Éder e Marcelo Santos e o atacante Leandrinho também marcaram presença no Horácio Cunha.
